Em outubro do mesmo ano ampliou suas instalações, mudando para uma loja em frente no mesmo centro comercial, agora com 18,5 (dezoito e meio) m2, com melhores instalações e ampliação da variedade de produtos. Novas atendentes, mais espaços e produtos diferenciados.
Em agosto de 1999 a empresa toma a decisão de sair do Centro Comercial e buscar uma loja maior na rua principal, vindo a alugar a loja de nr. 2, na rua Thomaz Gonzaga, 115, a qual foi inaugurada em outubro de 1999, com grande comemoração, onde já se delineava o estilo CACÁ de brindar os grandes acontecimentos, marcados pela alegria, descontração e participação dos clientes. Nesse momento a expansão permitiu o incremento de novos lingeries e meias. A loja passa a buscar o conceito de moda e bem vestir.
Em 02 de junho de 2001, a empresa amplia suas instalações, alugando e incorporando a loja de nr. 01 e introduzindo um novo produto no mercado, calçados femininos e infantis. Ganha um ar mais sofisticado e aprofunda sua preocupação com a qualidade dos produtos oferecidos.
Em 04 de março de 2005, a empresa inaugura sua loja própria, em um prédio na mesma rua no nr. 113-A, com uma área total de 450m2, onde estão reunidos loja, depósito, escritório, atelier e espaço para treinamento. As obras de reforma e adaptação do prédio contaram com o apoio financeiro do Banco do Nordeste do Brasil. A nova sede foi plenamente aprovada pelos nossos clientes a qual ficou lotada no dia da inauguração. O novo espaço oferece mais conforto sofisticação e uma gama ainda maior de produtos. A principal característica é a preocupação em dar o melhor e mais personalizado atendimentos a nossas clientes, que constituem um universo bastante diversificado e em constante evolução.
Em 11.10.2005, a empresa obtém o registro da marca e passou a adotar no nome de fantasia CACÁ BERTASSO.
Em julho de 2006, decidiu-se que era chegada a hora de viver o mundo virtual e resolveu-se criar o site da CACÁ BERTASSO.
Estas datas definem nossa trajetória mas não contam todas as nossas histórias de luta e de trabalho honesto, nem as histórias alegres e de sucesso vividas com nossas clientes, as quais agradecemos o carinho e consideração que tem nos dedicado.
Obrigado,
MAY B
KLEPTON
MARIA DE CHITA
MALAGUETA
ESQUIRE
ESTRADA
HERING
DZARM
CITY BLUE
SPASU
UNION BAY
CHAMPAGNE
AZ
AGUA DOCE
PHAEL
RAMARIM
PICCADILLY
XOX
VENETIA
UNI
DU LOREN
HOPE
LUPO
LINNA
DJ ABDALA
Presença indispensável em nossas festas www.djabdala.weebly.com
Em outubro do mesmo ano ampliou suas instalações, mudando para uma loja em frente no mesmo centro comercial, agora com 18,5 (dezoito e meio) m2, com melhores instalações e ampliação da variedade de produtos. Novas atendentes, mais espaços e produtos diferenciados.
Em agosto de 1999 a empresa toma a decisão de sair do Centro Comercial e buscar uma loja maior na rua principal, vindo a alugar a loja de nr. 2, na rua Thomaz Gonzaga, 115, a qual foi inaugurada em outubro de 1999, com grande comemoração, onde já se delineava o estilo CACÁ de brindar os grandes acontecimentos, marcados pela alegria, descontração e participação dos clientes. Nesse momento a expansão permitiu o incremento de novos lingeries e meias. A loja passa a buscar o conceito de moda e bem vestir.
Em 02 de junho de 2001, a empresa amplia suas instalações, alugando e incorporando a loja de nr. 01 e introduzindo um novo produto no mercado, calçados femininos e infantis. Ganha um ar mais sofisticado e aprofunda sua preocupação com a qualidade dos produtos oferecidos.
Em 04 de março de 2005, a empresa inaugura sua loja própria, em um prédio na mesma rua no nr. 113-A, com uma área total de 450m2, onde estão reunidos loja, depósito, escritório, atelier e espaço para treinamento. As obras de reforma e adaptação do prédio contaram com o apoio financeiro do Banco do Nordeste do Brasil. A nova sede foi plenamente aprovada pelos nossos clientes a qual ficou lotada no dia da inauguração. O novo espaço oferece mais conforto sofisticação e uma gama ainda maior de produtos. A principal característica é a preocupação em dar o melhor e mais personalizado atendimentos a nossas clientes, que constituem um universo bastante diversificado e em constante evolução.
Em 11.10.2005, a empresa obtém o registro da marca e passou a adotar no nome de fantasia CACÁ BERTASSO.
Em julho de 2006, decidiu-se que era chegada a hora de viver o mundo virtual e resolveu-se criar o site da CACÁ BERTASSO.
Estas datas definem nossa trajetória mas não contam todas as nossas histórias de luta e de trabalho honesto, nem as histórias alegres e de sucesso vividas com nossas clientes, as quais agradecemos o carinho e consideração que tem nos dedicado.
Obrigado,









Comprometimento quando descrito pelo dicionário, significa: a ação de comprometer, de comprometer-se. Mas acho essa definição muito simplista perto do significado e da dimensão que esta palavra pode ter em nossas vidas.
Estar compremetido com algo representa muito mais que estar envolvido, interessado, responsabilizado, estar comprometido é colocar seu desejo em ação, como dizemos popularmente é colocar amor no que faz, dar sempre o “algo mais”, e isso é válido tanto para nossos relacionamentos amorosos, afetivos e familiares, como também para o nosso trabalho.
Se pararmos para pensar, veremos que hoje em dia estamos alheios demais a nós mesmos e também aos outros quando tratamos de comprometimento. Vivemos a era do individualismo, do egocentrismo, em que cada um se preocupa demais consigo mesmo e esquece do outro. Os exemplos de falta de comprometimento saltam aos nossos olhos. Homens e mulheres que mantem um relacionamento apenas por manter, ou para não ficarem sós, ou por simples comodidade, mas que não estão comprometidas de fato com a relação, que não dão lugar ao respeito e a cumplicidade, apenas permanecem juntos ou pela convenções sociais ou por que um dos dois vai sustentando a relação.
Vemos todo tipo de profissional, em todas as áreas, trabalhando apenas pelo salário ou por que não conseguiram nada melhor para fazer, sem o mínimo de comprometimento com o que estão desempenhando – como se estivessem ali apenas por estar, sem se preocupar em crescer e se desenvolver como profissionais. Não se envolvem com seu próprio trabalho, não colocam sentimento no que fazem e como consequência, não se envolvem com a empresa, muito menos com seus colegas de trabalho. Apenas cumprem sua carga horária e vão embora. E isso também aparece nas escolas, nas faculdades, nos cursinhos pré-vestibular, nos cursos de qualificação profissional – tanto dos alunos, quanto dos professores, dos colaboradores destas instituições. O mundo precisa com urgência de gente comprometida – primeiro consigo mesma e depois com as pessoas ao seu redor, com seu trabalho, com suas relações, com as pessoas em geral.
O mundo é como um espelho
Que devolve a cada pessoa
O reflexo de seus próprios pensamentos e seus atos.
A maneira como você encara a vida é que faz toda diferença.
A vida muda, quando “você muda”.
Uma pessoa comprometida age com empatia, sempre consegue se colocar no lugar do outro e tenta realmente entender a posição da outra pessoa. Age de forma respeitosa com todos que convive e se importa verdadeiramente com os sentimentos dos outros. Sabe interagir, soma com o outro, coloca empenho em suas ações, é detalhista em seu trabalho, é curiosa, tem vontade e disposição para aprender. É um tipo de pessoa que apresenta soluções e ajuda a resolução de problemas, é persistente e determinada. Não vive dando desculpas pelos seus atos, e nem procurando culpados pelas suas falhas. Não vive reclamando da vida e falando mal dos outros. Ela age para mudar a realidade. Uma pessoa comprometida dá idéias, colabora com os outros, é participativa, e é uma pessoa com quem sempre podemos contar.
É desse tipo de gente que o mundo precisa, pessoas que não estejam paralizadas, olhando apenas para o prórpio umbigo. Então, antes de subir no altar e jurar ser fiel, amar e respeitar, reveja bem seus sentimentos e suas intenções, assim como também veja e reveja as de seu companheiro, afinal casamento é coisa séria e requer que os dois estejam completamente comprometidos com a relação, e se não for assim, certamente alguém sairá machucado.
Até a próxima.
Tatiane Bertasso – Psicóloga
CRP: 07/14965
Há um tempo em que é preciso abandonar as roupas usadas,
que já tem a forma do nosso corpo,
e esquecer os nossos caminhos,
que nos levam sempre aos mesmos lugares.
É o tempo da travessia:
e, se não ousarmos fazê-la,
teremos ficado, para sempre,
à margem de nós mesmos.
Com o passar do tempo, com nossas vivências, experiências e as consequências de tudo isso na nossa vida, acabamos aprendendo, por meio de erros e acertos que tudo tem seu tempo certo. Aprendemos também que cada pessoa tem seu próprio tempo para aprender a lidar com suas questões e a viver sua vida. Assim como a criança vive a infância, o jovem vive a adolescência – nós – os adultos – precisamos aceitar que mesmo que tenhamos crescido e sejamos responsáveis por nossa própria vida teremos nosso próprio tempo para aprendermos a fazer determinadas escolhas e tomarmos certas atitudes.
É assim…
Foi assim comigo.
E já foi, ou ainda será assim com você.
Não adianta tentarmos antecipar decisões, termos atitudes que julgamos ser mais coerentes naquele momento mas que não conseguimos ter, é como se tivéssemos que passar por algumas coisas para chegar a outras. As vezes escuto pessoas se queixando do sofrimento que vem passando com determinada situação, e depois que esta situação se resolve, a pessoa que anteriormente sofria se sente fortalecida e munida de aprendizado para continuar encarando os acontecimentos da vida – com menos sofrimento e mais sabedoria.
Nessas situações entram em cena os erros que cometemos na nossa jornada. E quando falamos em erros o que sempre aparece é a punição – de você com você mesma e também dos outros com você – mas o que precisamos ter é uma atitude positiva com relação aos erros cometidos e aproveitá-los como exemplo para nossa própria vida para passar a fazer a coisa certa. Por isso que não podemos nos punir por nossos erros, mas sim, torná-los fonte de aprendizado, na verdade, são geralmente eles que nos trazem nossos maiores aprendizados.
A vida vai caminhando achando seu rumo e nós vamos caminhando com ela – não adianta acelerar, tentar parar, ou voltar atrás – o processo é contínuo mas nem sempre constante. E nesse processo vamos vivendo, errando, acertando e nos reconstruindo – encontrando de tempo em tempo o nosso próprio tempo nesta deliciosa e divertida jornada que chamamos de vida.
Até a próxima.
Tatiane Bertasso.
Psicóloga.
CRP: 07/14965
A vontade é impotente perante
o que está para trás dela.
Não poder destruir o tempo,
nem a avidez transbordante do tempo,
é a angústia mais solitária da vontade.
Friedrich Nietzsche
Lendo o texto: Sobre a Transitoriedade (1915), escrito por Sigmund Freud(1856-1939), fiquei instigada a escrever sobre o mesmo, então aí vão algumas reflexões… Neste texto – entre outras questões – Freud nos aponta a questão da finitude e da transitoriedade do ser humano, e ressalta que é justamente por ocupar essa posição que valorizamos e amamos ainda mais aquilo que investimentos afetuosamente.
Ou seja, investimos nosso sentimento em coisas que são passageiras, transitórias – não importa se são pessoas, coisas, situações ou objetos – somos todos regidos pelo signo da impermanência, e isto, tem um aspecto doloroso e ao mesmo tempo gratificante. Doloroso – por nossa finitude e gratificante por nos fazer valorizar mais o presente e vivê-lo de fato.
Freud nos mostra dois lados da mesma moeda: a inquietação, angústia e desamparo que a transitoriedade nos provoca pelo fato da nossa própria finitude, bem como, a finitude de todas as coisas – e por outro lado – a importância que esta desempenha em nossas vidas por nos fazer valorizar mais quem somos, quem gostamos e o que possuímos, pelo simples fato de sabermos que esta vida é passageira e que devemos aproveitar o que de bom temos nela, assim, nos aponta Freud: “O valor da transitoriedade é o valor da escassez no tempo. A limitação da possibilidade de uma fruição eleva o valor desta fruição”.
Este texto foi escrito durante a Primeira Guerra Mundial – fato que nos faz perceber que o conteúdo é completamente influenciado pelo contexto social que se estava vivendo – foi um período de medos, incertezas, violência e muita perda, onde todos “sentiram na pele” a finitude de todas as coisas – foi um momento no qual os sujeitos tiveram que reconstruir não só sua vida material, mas se reconstruir enquanto sujeitos.
Tudo é precioso para aquele que foi,
por muito tempo, privado de tudo.
Friedrich Nietzsche.
A nossa própria limitação nos motiva a valorizarmos mais o que temos e dessa forma aproveitarmos mais o presente pois estamos aquém da nossa condição de poder sobre o tempo, estamos à mercê do tempo – não temos como controlá-lo e apesar de todo o nosso desenvolvimento científico em medicamentos, tratamentos de doenças e pesquisa, não temos como evitar nossa finitude. Não estou aqui questionando a fé de ninguem – respeito todas as religiões e também aqueles que não a têm – tô tratando do que é mundano e inevitável – independente de religiosidade ou não.
Não podemos ter controle sobre o tempo, mas podemos decidir como conduziremos a nossa passageira existência. Podemos ter controle sobre como agimos, sobre quem somos, sobre quem vamos nos tornando, sobre nossas escolhas e prioridades. Podemos escolher viver bem. Podemos escolher sermos amigos de verdade das pessoas que nos cercam, podemos ter ações de generosidade, podemos escolher respeitar o outro – independente das mania e esquisitices de cada um – podemos escolher respeitar a nós mesmos, podemos nos reconstruirmos a cada erro.
Assim, apesar de sabermos que tudo o que nos rodeia – a natureza, as pessoas, os sentimentos que temos pelo outro, as coisas que conquistamos, estão fadadas a perecer ao tempo, ainda assim, isto é mais um motivo para valorizarmos o presente e fazermos a vida valer realmente a pena – apesar da nossa dolorosa impermanência!
Até a próxima!
Tatiane Bertasso
Psicóloga.
Referência Bibliográfica: Freud, S. (1972). Sobre a transitoriedade. (J. Salomão, Trad.). Em: Edição standard brasileira das obras completas de Sigmund Freud (p. 345, Vol. XIV). Rio de Janeiro: Imago. (Original publicado em 1915).
Hoje é dia de faxina!!!
Hoje te convido a fazer uma faxina – mas não é na sua nem na minha casa – é uma faxina em sua vida, afinal sempre chega um momento em que precisamos PARAR TUDO e RECOMEÇAR. Por vezes a correria do nosso dia a dia nos toma tanto tempo que acabamos nos deixando levar pela vida ao invés de termos controle sobre ela e, então, vamos “empurrando com a barriga”: situações, sentimentos, relacionamentos, trabalhos, etc, etc, etc. Assim a falta de tempo passa a ser nossa grande aliada e procuramos nos esconder atrás dos nossos compromissos para nos escondermos de nós mesmos… Pensando sobre isso lembrei do poema Recomeçar de Carlos Drummond de Andrade, então resolvi compartilhá-lo com vocês. Aí vão alguns trechos do poema Recomeçar…
Não importa onde você parou…
em que momento da vida você cansou…
o que importa é que sempre é possível
e necessário “RECOMEÇAR”.
Recomeçar é dar uma nova chance a si mesmo…
é renovar as esperanças na vida
e o mais importante…
acreditar em você de novo.
Sofreu muito nesse período?
foi limpeza da alma…
Ficou com raiva das pessoas?
foi pra pedoá-las um dia…
Sentiu-se só por diversas vezes?
é porque fechastes a porta até para os anjos…
Acreditou que tudo estava perdido?
era o início da tua melhora…
Pois é…agora é hora de reiniciar…
de pensar na luz…
de encontrar prazer nas coisas simples de novo.
Que tal
Um corte de cabelo arrojado… diferente?
Um novo curso… ou aquele velho desejo
de aprender a pintar… desenhar… dominar
o computador… ou qualquer outra coisa…
Olha quanto desafio… quanta coisa nova
nesse mundão de meu Deus te esperando.
Tá se sentindo sozinho?
Besteira… tem tanta gente que você afastou
com o seu “período de isolamento”…
Tem tanta gente esperando apenas um sorriso teu
pra “chegar” perto de você.
Quando nos trancamos na tristeza…
nem nós mesmos nos suportamos…
ficamos horríveis…
O mal humor vai comendo nosso figado…
até a boca fica amarga…
…E é hoje o dia da faxina mental
joga fora tudo que te prende ao passado…
ao mundiho de coisas tristes.
Fotos… peças de roupas, papel de bala…
ingressos de cinema, bilhetes de viagens…
e toda aquela tranqueira que guardamos
quando nos julgamos apaixonados…
jogue tudo fora… mas principalmente…
esvazie seu coração… fique pronto para a vida…
para um novo amor…
Lembre-se somos apaixonáveis
somos sempre capazes de amar muitas e muitas vezes…
afinal de contas… Nós Somos o “Amor”
“Porque sou do tamanho daquilo que vejo e não do tamanho da minha altura”.
(Carlos Drummond de Andrade)
Espero que tenham gostado…
Até a próxima!!!
Tatiane Bertasso
Psicóloga
Esperamos na fila do banco, no caixa do supermercado, na lotérica, no correio, no médico – seja pelo sus, convênio ou particular – não importa – sempre esperamos… Esperamos no cartório… aliás no cartório eperamos muito… Primeiro você deve levantar muito cedo para conseguir um lugar bom na fila… então você acorda umas 6 horas da manhã pra dar tempo de chegar as 7 horas no local, aí você espera até as 8:30 para pegar a senha – com a senha garantida – você espera até as 9 horas da manhã que é quando o cartório abre – e espera até sua senha ser chamada – como você não conseguiu levantar mais cedo provavelmente pegará a senha entre 10 e 15, então você espera mais um pouco e reza pra ter levado todos os documentos corretos e não ter que retornar no dia seguinte. E não esperamos apenas nas tarefas de labor, esperamos também na hora do lazer… na fila do cinema, da pipoca, do parque, do circo, do teatro, do zoológico, da boate…
Parece que de tanto esperar por tudo trouxemos esse hábito também para nossas vidas, pois estamos sempre esperando o dia DE – PARA, ou seja, esperamos o dia para sermos felizes, esperamos uma data para dizermos que amamos ou para demosntrarmos nosso afeto por alguém, esperamos o dia que começaremos a ganhar mais dinheiro para então fazermos caridade. Tratamos o presente como algo inexistente e projetamos para o futuro o desejo de felicidade e completude. Parece que vivemos esperando pelo dia em que nossa felicidade chegará, sem nos darmos conta que a vida se passa no presente e que é neste presente que conquistamos, realizamos e alcançamos nossos objetivos. Cada dia é tão importante quanto o outro e sendo assim, todo o dia é dia para valorizarmos quem está ao nosso lado, para elogiarmos o outro e para reconhecermos a importância que cada um têm em nossa vida.
Não estou querendo dizer com isto que passemos a ser imediatistas – claro que planejamento, metas e objetivos devem ser elencados dando suporte as nossas decisões e esccolhas – mas precisamos nos atentar para o presente e que é a forma como agimos no presente que nos dá a possibilidade de um passado de conquistas e um futuro promissor.
Até a próxima!!!
Tatiane Bertasso – Psicóloga.